Quanto
à aproximação de pessoas, isso é bem relativo, se analisarmos profundamente. As
pessoas expõem partes de sua vida em redes sociais e projetam uma imagem de si.
Quem as acompanham assistem a um "big brother" diário e eterno, (ou
no mínimo duradouro, já que pode ser replicado) e, por assisti-lo, é convidado
a seguir, curtir e compartilhar, mesmo que não saibam porque estão conectados
como “amigos”.
Mas, no outro esteio,
como dissemos, a internet aproxima pessoas geograficamente distantes e, se elas
são próximas na vida real, essa forma de comunicação torna-se uma extensão e
forma de manutenção. Ressalta-se, ainda, a validade daqueles relacionamentos
que nascem nas redes, transpassam os bytes e tornam-se belas e verdadeiras
histórias de amor, amizade e até mesmo de histórias de comunidades/grupos que
se formam por causas e ideais comuns.Décadas passadas discutia-se se a tevê era boa ou má, hoje o foco da discussão é a internet. Ela, como toda ferramenta que possibilita a comunicação e a conexão com o mundo, não é boa nem má. Se para a tevê tem-se o controle remoto; na internet, as teclas, o mouse, a seleção dos endereços do que ler, postar, clicar são escolhas do internauta consciente.